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Barravento na Cinemateca Uruguaya

Trechos de texto sobre Glauber Rocha quando da exibição de Barravento na Cinemateca Uruguaya
Estética da Fome:
“Estética da Fome: La mayor originalidad del cine latinoamericano ha de ser el hambre , sin que por ello se entienda um cine pobre, porque ‘al minar las estructuras, las supera cuantitativamente’.De onde concluye que la más auténtica manifestacion del hambre es la violência, que nos es signo de primitivismo y que fundamenta [sic] ‘estética’ que está impregnada de un amor brutal.”
Tipologia Estética:
· Estética comercial/popular – Hollywood
· Estética populista/demagógica – Moscú
· Estética burguesa/artística – Europa
· Estética popular – Latinoamerica
De inmediato reconoce que la estética a crear es todavia una utopia. Pero se puede empezar por rechazar el paternalismo, la solidariedad sentimental, la humillacion, la agressividad gratuita, los consejos.
La Magia:
(…) El cine mágico renace de las cenizas del cinema nuevo atrabes del misticismo libertador latinoamericano para convertirse en un cine sin contexto producido por cineastas iluminados.
Una práctica radical – la única capaz de reencontrar la fantasia del cine; la única capaz de reencontrarse com las massas mediante el lenguaje afectivo. Es uma magia más allá de la técnica.
Impresso em Cinemateca Uruguaya/D.L. 202.875 n°: 5958 (s/d)

 

barravento

 

Trechos de texto sobre Glauber Rocha quando da exibição de Barravento na Cinemateca Uruguaya

Estética da Fome:

“Estética da Fome: La mayor originalidad del cine latinoamericano ha de ser el hambre , sin que por ello se entienda um cine pobre, porque ‘al minar las estructuras, las supera cuantitativamente’. De onde concluye que la más auténtica manifestacion del hambre es la violência, que nos es signo de primitivismo y que fundamenta [sic] ‘estética’ que está impregnada de un amor brutal.”

Tipologia Estética:

· Estética comercial/popular – Hollywood

· Estética populista/demagógica – Moscú

· Estética burguesa/artística – Europa

· Estética popular – Latinoamerica

De inmediato reconoce que la estética a crear es todavia una utopia. Pero se puede empezar por rechazar el paternalismo, la solidariedad sentimental, la humillacion, la agressividad gratuita, los consejos.

La Magia:

(…) El cine mágico renace de las cenizas del cinema nuevo atrabes del misticismo libertador latinoamericano para convertirse en un cine sin contexto producido por cineastas iluminados.

Una práctica radical – la única capaz de reencontrar la fantasia del cine; la única capaz de reencontrarse com las massas mediante el lenguaje afectivo. Es una magia más allá de la técnica.

Impresso en Cinemateca Uruguaya (s/d)

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Os melhores/2008

Depois de muito refletir – porque 10 é muito pouco – montei uma lista:

1. Onde os Fracos Não Têm Vez/Irmãos Coen
2. Sangue Negro/P.T. Anderson
3. Na Natureza Selvagem/Sean Penn
4. Linha de Passe/Walter Salles&Daniela Thomas
5. Speed Racer/ Irmãos Wachowski
6. Ainda Orangotangos/Gustavo Spolidoro
7. 2 Dias em Paris/ Julie Delpy
8. Viagem a Darjeeling/ Wes Anderson
9. Personal Che/Adriana Mariño&Douglas Duarte
10. Vicky Cristina Barcelona/Woody Allen

Menção honrosa (ou seja, pairando acima): A Mulher Sem Cabeça/Lucrecia Martel

Prêmio O Retorno de Jedi: Encarnação do Demônio/José Mojica Marins

Prêmio Lencinho de Ouro: Pan-Cinema Permanente/Carlos Nader e Lóki-Arnaldo Baptista/Paulo Henrique Fontenelle

Prêmio Medo de Ouro: O Nevoeiro/Frank Darabont

Prêmio Quase Entendi e Ainda Gostei: Liverpool/Lisandro Alonso

E, finalmente:

Prêmio Morango do Nordeste (ou apesar de colher as batatas da terra, mamãe: eu sei fazer arte!):

O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro/Glauber Rocha

pelo lenço vermelho, pelo glauber, pelo dragão e pelo santo.

errata: vou deixar o wes anderson, repetido mesmo.

Novos textos.

Dois textos novos publicados no Cine Players:

O primeiro é sobre o documentário Joy Division, uma das estréias desse final de semana que acabou de acabar. Contando a história da banda o diretor Grant Gee traça também um painel sobre a cena (pós) punk de Manchester na segunda metade da década de 1970. Para ler o texto completo, clique na imagem:

Outro texto é sobre o clássico O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro, filme que reaparece em algumas salas de cinema do país em cópia restaurada e sobre qual muito pode ser dito. Para ler nossa tentativa de entendê-lo, clique na imagem: